Mais de 20 médicos que estão cedidos com ônus para a Prefeitura de Campo Grande deverão retornar às atividades aos postos e centros de saúde. Os profissionais serão convocados nesta semana por meio de decreto que será assinado pelo prefeito Nelsinho Trad. A cedência desses médicos será avaliada de forma mais criteriosa. O objetivo é não comprometer o atendimento nas unidades de saúde neste momento em que a prefeitura implantou a política de contenção de gastos diante da crise econômica mundial. Como a prefeitura é que está pagando o salário dos médicos cedidos, quer reavaliar se há necessidade de mantê-los longe dos serviços afetos diretamente ao município. Sabe-se que alguns desses profissionais, aproveitando o tempo livre, estariam exercendo outras atividades, como a de dar aulas em universidades, quando poderiam estar trabalhando nos postos e centros de saúde. Relatórios O secretário municipal de Saúde, Luiz Henrique Mandetta, foi cauteloso. Esclareceu que é comum, no início das administrações, convocar todos os profissionais cedidos para avaliar o trabalho que está sendo desenvolvido. “Cada um deles apresenta seus relatórios e nós avaliamos a necessidade de permanecerem nestes locais”. Entre os médicos que são lotados na prefeitura, mas atuam em outros órgãos, estão profissionais do Hospital Universitário. “Nós cedemos a pedido do Ministério Público para suprir a necessidade até que fosse feito o concurso. Vamos chamar esses médicos, mas não vamos comprometer o atendimento. Porém, precisamos de uma nova posição da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e do MP”, explicou o secretário. Há outras situações, como médicos cedidos para o Hospital Regional e Hospital São Julião, esclareceu Luiz Henrique Mandetta, Segundo ele, a voltados profissionais para as unidades de saúde não deve alterar os plantões nos centros regionais 24h. “A escala de clínico-geral está bem fechada. Há falta de pediatras, mas nenhum dos cedidos é desta especialidade”. (fonte: jornal Correio do Estado – 20.01.09)

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