Um idoso de 71 anos, com Parkinson, hidrocefalia e autismo, foi atendido por um falso médico carioca, que já havia sido preso dias antes, ao tratar uma criança de 10 anos com tumor cerebral. Sem formação, sem registro e sem responsabilidade técnica, esses indivíduos colocam vidas em risco a cada consulta, diagnóstico ou prescrição.
O ato médico privativo existe para proteger quem mais importa: o paciente. Para o CFM, essa segurança é inegociável.