O último relatório da Fundação Oswaldo Cruz (FioCruz), ainda não publicado, revela que as intoxicações por remédio bateram recorde. Em todo País, foram 32.884 casos diagnosticados, uma média de três ocorrências por hora. São Paulo lidera a lista, com 41% dos casos (13.471). Desde o ano 2000, é a primeira vez que o número supera a marca das 10 mil reações. Os dados foram coletados em 2006. As primeiras informações apontam aumento de 30% em relação ao ano anterior, quando foram registrados 25.179 casos no Brasil. Para especialistas, um dos motivos que explicam o aumento de intoxicação também justifica a posição do Estado no topo do ranking brasileiro. Quanto melhor o sistema de notificação, maior a estatística. É consenso entre as entidades de saúde que a proliferação de usuários intoxicados por remédios resulta do consumo excessivo, falta de conhecimento sobre as contra-indicações e automedicação. No caso de Gianecchini, por exemplo, foi o desconhecimento de sua alergia à penicilina, um dos componentes do remédio receitado pelo médico, que provocou a reação. Já a menina Jennifer não passou por avaliação clínica antes de usar o produto. “Fui na farmácia, comprei o remédio. Já no banho ela começou a gritar. Está cheia de manchas e a coceira se espalhou para o corpo todo”, conta a mãe. (fonte: G1 – 27.07.2008)

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