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CFM denuncia entidade por uso ilegal da logomarca da autarquia

O nome e a logomarca do Conselho Federal de Medicina (CFM) estão sendo usados de forma indevida por uma suposta organização autodenominada Conselho Federal de Medicina Molecular e Biomolecular (CFMMB). O alerta é feito pela autarquia na intenção de evitar prejuízos e transtornos a terceiros que façam uma associação incorreta com esse grupo.

O CFM esclarece não manter relação de qualquer natureza com essa instituição e que não cedeu a ela direitos para o uso da logomarca. Além desse informe institucional, a autarquia, por meio das suas coordenações Jurídica e de Tecnologia da Informação, também está tomando providências para a

Forma equivocada – De acordo com as informações encaminhadas às autoridades competentes, a CFMMB é uma associação privada, com sede na cidade goiana de Guapó (GO), criada em julho de 2019 por homem conhecido como Roberto Cohen. Esta mesma pessoa também criou outro “Conselho”: o de Neuropsicanálise e Psicossomática (CNNP).

Em sua página da internet, o CFMMB informa, de forma equivocada, que foi regulamentado pelo CFM por meio da Resolução 1.500/98 (revogada por resoluções posteriores) e que se dedica ao diagnóstico e procedimentos da prática ortomolecular.

Apesar da norma citada existir, essa entidade distorce os fatos. O CFM esclarece que essa Resolução existe, mas não cria conselho, até porque não tem poderes para tanto. De forma complementar, o Conselho Federal de Medicina explica que os termos prática ortomolecular, biomolecular ou outros assemelhados não caracterizam especialidade médica nem área de atuação e, portanto, não podem ser anunciados

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